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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Atriz Drica Moraes recebe alta de hospital em SP

A atriz Drica Moraes recebeu alta do Hospital Albert Einstein na tarde desta segunda-feira (19), em São Paulo. Segundo boletim médico divulgado pelo hospital, a artista permanecerá em acompanhamento médico para controle do transplante de medula óssea, a qual foi submetida no fim de junho. Drica Moraes estava internada desde o mês passado, quando passou por sessões de quimioterapia antes da cirurgia, como parte do tratamento contra uma leucemia diagnosticada no começo do ano. No começo de julho, o hospital divulgou uma nota em que afirmou que exames revelaram que o quadro da atriz era estável e que ela estava se recuperando bem do procedimento realizado após a doação de medula de um doador do Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea, o Redome.

Nesta segunda-feira, a assessoria de imprensa do hospital divulgou um novo documento em que informou sobre a alta da artista:"O Hospital Israelita Albert Einstein informa que a paciente Drica Moraes recebeu alta hospitalar no dia de hoje, 19 de julho, por volta das 15h.A paciente permanecerá em acompanhamento médico para controle do transplante.Nelson Hamerschlak Hematologista e médico responsável"

Fonte: Jovem Pam online.

terça-feira, 13 de julho de 2010

SEJA UM DOADOR DE MEDULA ÓSSEA

SITE VIAVIDA.ORG

Tire suas dúvidas sobre Doação de Medula Óssea.

1. O que é?
A medula óssea encontrada no interior dos ossos produz os componentes do sangue, incluindo as células brancas, agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo.

2. Como a medula é removida?
Em um centro de transplante, os doadores passam por procedimento, tipo punção, realizada na região pélvica posterior para coletar a medula.

3. Quem necessita?
Quem necessita de transplante de medula óssea são pacientes com produção anormal de células sangüíneas, geralmente causadas por algum tipo de câncer como, por exemplo, leucemia. Além de portadores de aplasia de medula ou pacientes cuja medula tenha sido destruída por irradiação.

4. Porque doar é importante?
É muito difícil encontrar um doador de medula compatível, mesmo na própria família. Em nosso país a mistura racial é muito grande, e isso dificulta mais a procura por um doador ideal. Por tanto, a existência de um número cada vez maior de pessoas interessadas em doar, facilita a busca por um tipo de medula compatível.

5. Quais os riscos?
Os riscos são praticamente inexistentes para os doadores. Até hoje não há relato de nenhum acidente devido a este procedimento.

6. O que acontece se não existe um doador compatível entre os familiares do paciente?
Procura-se um doador compatível no Banco Nacional e, após, no Internacional de medula óssea. O banco necessita de um número elevado de voluntários para aumentar a possibilidade de encontrar um doador compatível.

7. Qual é a quantidade de medula óssea extraída?
Menos de 10%. Dentro de poucas semanas a medula doada será recomposta totalmente pelo organismo do doador.

8. Se um doador compatível é encontrado, qual é o procedimento?
O próximo passo é ter certeza de que ele quer fazer a doação.

9. Como os pacientes recebem a medula óssea?
Depois de um tratamento que destrói a própria medula, o paciente recebe a nova medula por meio de transfusão. Em duas semanas, a medula transplantada já estará produzindo células novas.

10. O que acontece com o doador antes da doação?
Ele passa por um exame clínico para certificar seu bom estado de saúde. Não há nenhuma exigência quanto a mudança de hábito de vida, de trabalho ou alimentação.


VOCÊ SABIA?

Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as medulas do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível pode chegar a 1 em 100 mil.
Por isso, são organizados Bancos de Doadores de Medula Óssea, cuja função é cadastrar mais pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de um transplante, esse cadastro, é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.

PROCEDIMENTOS:

1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde;
2. Doar uma pequena quantidade de sangue (10ml);
3. Seu sangue será tipado, que é um teste de laboratório para identificar seu tipo HLA;
4. Seu tipo HLA será colocado no cadastro Nacional e no Internacional;
5. Quando aparecer um paciente, sua compatibilidade será verificada;
6. Se você for compatível com o paciente-receptor, outros testes sangüíneos serão necessários;
7. Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para decidir a doação;
8. Você receberá maiores informações e seu estado de saúde será novamente avaliado.


DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA

Informações:
Coordenadoria de Transplantes
Fone: (51) 3214.8093
Site: www.santacasa.org.br
E-mail: coordtranspl@santacas.tche.br

Complexo Hospitalar Santa Casa
Hospital Dom Vicente Scherer
1º Centro de Transplantes da América Latina
Av. Independência, 155, Porto Alegre – RS
Fone: (51) 3214.8080
Fax: (51) 3214.8585
Site: www.santacasa.org.br


HOSPITAL DE CLINICAS DE POA
E-mail: hcpa@hcpa.ufrgs.br
Fone: (51) 3316.8000

HEMOCENTRO DO RS
E-mail: hemorgs@fepps.rs.gov.br
Fone: (51) 3336.6143/3336.4622/3339.7330/3336.6755

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Vereador do PSB de Cachoeirinha é recebido por Beto em Brasília.

Vereador do PSB em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, Edir Oliveira, o Chapolin, foi recebido nesta quarta-feira (19) pelo deputado federal Beto Albuquerque (PSB/RS) em Brasília. Acompanhado do também vereador do município Maurício Medeiros (PMDB) e de Cláudio Ramos, que há dois anos e meio foi submetido a transplante de coração, o vereador Chapolin conversou com o deputado Beto sobre os rumos do Rio Grande do Sul e os investimentos que precisam ser feitos em sua cidade.A saúde também pautou a reunião, na qual trataram da necessidade de se ampliar o número de doadores de órgãos e sangue no País. Desde que recebeu o coração novo, Ramos se tornou um dos grandes defensores de transplantes e tem ajudado o deputado Beto Albuquerque nas campanhas para ampliar o cadastro de doadores de medula óssea.